— Não pode... — Ademir não concordou.
— Tudo bem. — Mas Vitória, por outro lado, concordou.
— Vitória? — Ademir franziu a testa e balançou a cabeça. — Ele é perigoso demais, você não faz ideia do que ele pode fazer.
— E o que mais a gente pode fazer? — Vitória balançou a cabeça, resignada. — Você mesmo disse, ele só quer dinheiro.
— Mas...
— Não tem “mas”. — A expressão de Vitória era firme, embora os olhos estivessem levemente marejados. — Ademir, minha mãe está com ele. É a minha mãe, a mulher