Depois de conversar um pouco com Túlio, sua emoção parecia bastante estável, não diferente de uma pessoa comum. Era como se fossem dois amigos antigos, em um encontro totalmente normal.
Mas quanto mais ele estava assim, mais Karina se sentia incomodada por dentro.
Ela olhou para o relógio.
— Túlio, eu preciso ir.
Túlio ficou surpreso, mas logo sorriu e assentiu.
— Então eu te acompanho até lá.
— Não precisa. — Karina recusou gentilmente. — O Bruno está me esperando na porta, descanse bem.
— Tud