— Mãe. — Vitória pediu com um tom manhoso. — Como pode ser assim? O seu é feito com carinho, isso é algo que dinheiro nenhum pode comprar. Papai, você não acha?
— Sim. — Lucas sorriu, assentindo vigorosamente. — Com certeza.
Ele pegou o relógio e disse:
— O relógio que você me deu... O papai também gostou muito. Obrigado, minha filha.
— Fico feliz que o papai tenha gostado.
Agora, era a vez de Ademir.
O presente dele estava dentro de uma pequena caixinha.
Vitória, curiosa, abriu a caixa por ele,