— Então eu também não vou embora.
Ademir, sendo rejeitado, segurou a mão de Karina firmemente, sem a soltar. Ela estava tão machucada... Como ele poderia ir embora?
Ele olhou para trás, na direção da cuidadora, que segurava uma bandeja com um saco de gelo, álcool e duas compressas de gaze. Ao ver aquilo, ele compreendeu imediatamente.
— Deixe aqui, pode deixar comigo.
— Mas...
— Não. — Karina franziu a testa, olhando com raiva para ele. — Você não vai me ouvir? Eu posso já estar infectad