— Vou sim. — Ademir acariciou a cabeça dela. — O papai não vai mentir para você, Joyce sempre será a boa menina do papai.
Ouvindo a conversa entre pai e filha, Karina sentiu um amargor no coração e abaixou a cabeça para esconder a umidade nos olhos.
Ele olhou para ela:
— Entre.
Agora parecia que não havia mais nada a dizer.
— Está bem. — Karina assentiu, se esforçando para esboçar um sorriso. — Se cuide no caminho.
Ademir ficou parado, acenando para ela:
— Você e Joyce entrem primeiro, eu vou em