O nome dela nos quebra. Ele fecha os olhos, e eu vejo os cílios molhados.
— Ela sente você se afastando. Mesmo com você ainda aqui — digo, minha voz falhando. — Como se o mundo já estivesse ensinando a ela o que é perder.
Ele me puxa pra mais perto, com esforço. Me deito ao lado dele, naquela cama estreita. Apoio minha cabeça no ombro dele como fazia nas madrugadas boas. Aqueles dias em que a gente acreditava que tinha tempo.
— Do outro lado... — ele começa. — Eu acho que vou ser o vento que ba