A cada exame novo, a cada laudo impresso com palavras frias que pareciam punhais, eu via o homem que amo tentando continuar inteiro por fora, enquanto se desfazia por dentro.
Ele tentava disfarçar.
— Estou bem, meu amor. — ele dizia, com aquele sorriso teimoso.
Mas o corpo dele dizia outra coisa. A voz fraquejava, o olhar se apagava devagar.
Logo, vieram os silêncios. Não por falta de amor, mas por pura exaustão.
Ele já não falava tanto. Apenas ouvia. Deixava Niyati falar sobre as fadas dos den