— Nagada Sang Dhol, então. — diz ele, e uma onda de aplausos e assobios explode enquanto tomamos nossas posições no centro da sala.
O silêncio que antecede a música é preenchido apenas pelo som de minha respiração. Meus olhos se encontram com os de Bennet por um instante. Ele está parcialmente encoberto por uma sombra, mas há dor no brilho de seu olhar. Desvio o rosto rapidamente.
Quando os primeiros acordes soam, tudo ao redor desaparece. Me concentro em Kabir, em nossos passos, em nossa sincr