Quando o Falcão segurou meu pescoço, o medo tomou conta de mim de uma forma sufocante. Minhas pernas tremiam, e meu corpo inteiro ficou paralisado diante da brutalidade daquele toque. A respiração ficou presa na garganta, e um arrepio gélido percorreu minha espinha, me fazendo sentir ainda menor diante dele. Eu sabia que não tinha para onde correr, que não havia escapatória. Meu destino já estava selado no instante em que decidi sair daquela casa. Nunca deveria ter dado ouvidos à Sophia. Nunca