Guilherme levantou antes de Olivia.
O quarto ainda estava escuro, a casa silenciosa, como se todo mundo dormisse protegido por uma trégua breve. Ele se moveu com cuidado, vestiu a calça, pegou a camisa e saiu sem acender luz.
No corredor, parou por um instante.
Olhou a porta do quarto das crianças.
Depois olhou para trás — para o quarto onde Olivia dormia.
Não voltou.
Desceu as escadas e atravessou a sala como se estivesse fugindo de um pensamento. Pegou as chaves, abriu a porta e saiu antes qu