Olivia encarava o celular como se ele pesasse quilos.
O nome ainda estava salvo ali.
Antônio.
Ela respirou fundo uma vez. Depois outra. O coração batia alto demais para alguém sentado sozinha numa pequena pousada.
— O que você vai fazer, Olivia? — murmurou para si mesma.
Os pensamentos vinham em ondas desordenadas.
Guilherme.
As crianças.
A carta.
A dor.
E, agora, a decisão que parecia loucura.
Ela apertou o botão de chamada antes que a coragem desaparecesse.
Chamou.
Um toque.
Dois.
Três.
— Oli