Riuk
O Vazio se despedaçava ao meu redor.
O chão rachava como vidro quebrado, o céu cinzento desabando em pedaços que sumiam no nada. O ar queimava nos pulmões, cheio de magia negra podre. Eu corri, pés afundando na terra que virava areia, coração martelando. Drevan… o que sobrou dele era só pó cinzento na margem do lago vermelho. Pó. Eu tentei pegar, tentei preservar com magia, mas o vento do colapso levou tudo. Não dava pra levar ele pra casa. Não dava pra dar um enterro digno.
“Desculpa, Dre