Dirigindo em direção a mansão dos Hoffmann, de tempo em tempo Nikolas observava Max pelo retrovisor. O menino, sentado na elevação de assento do banco traseiro, fungava baixinho e cobria o rosto com as pequenas mãos, as lágrimas escorrendo sem parar desde que foi separado da mãe novamente.
Em seu trabalho era acostumado a ver cenas parecidas, mas nunca esteve tão envolvido quanto naquele caso. Havia algo em Max que o afetava mais do que deveria, em grande parte por lembra-lo do motivo de sua es