Por insistência de Max, Anya o levou ao hospital particular em que Klaus foi internado.
Segurando a mão de Max, que olhava ao redor com curiosidade, Anya entrou no quarto amplo e bem iluminado, com janelas grandes que permitiam a entrada de luz natural. Klaus Hoffmann, outrora uma figura imponente, agora estava deitado, imóvel, em uma cama hospitalar cercada por máquinas que monitoravam seus sinais vitais. O rosto, antes severo, parecia pálido e cansado, os cabelos grisalhos contrastando com a b