A manhã começou antes do sol.
Elara não havia dormido mais do que três horas.
Não era ansiedade.
Era um tipo diferente de inquietação — mais silenciosa, mais analítica. Como se a mente tivesse entrado em um estado de revisão constante.
Ela estava sentada na mesa da cozinha quando a primeira luz atravessou as janelas.
O notebook ainda aberto.
O relatório ainda não enviado.
Durante a madrugada, ela o releu três vezes.
Não mudou quase nada.
Algumas palavras foram ajustadas.
Algumas frases ficaram