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CAPÍTULO 32

BILL NARRANDO

Todas aquelas armas apontadas para mim, como se eu fosse a porra de um criminoso pior do que o professor Marcos, pedófilo. Ou tantos outros que mataram por tirar dinheiro de hospitais, por exemplo.

— Ajoelha, ajoelha! — Gritaram.

Meu rosto estava erguido. Eu não vou abaixá-lo, não tenho vergonha do que fiz.

— Mão na cabeça! — O agente que parecia ser o líder da operação se aproximou de mim. — Vira!

Eu obedeci. Ajoelhei e coloquei as duas mãos atrás da cabeça. Colocaram
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