Matteo rodava por Paris em seu carro, o frio da madrugada entrando pelas janelas entreabertas. Cada rua, cada esquina parecia carregar um mistério, e ele sentia o peso da cidade em seus ombros. A polícia acompanhava, fazendo rondas, perguntando a transeuntes, procurando por qualquer pista que pudesse indicar o paradeiro de Sophie. Mas cada sinal era vago, cada tentativa de informação se transformava em frustração.
O celular vibrou no banco ao lado, e Matteo rapidamente atendeu, era Alessandro,