Mundo de ficçãoIniciar sessãoAs coisas mudaram antes mesmo que imagina-se eu era uma menina que sorria com os olhos a alegria e animação em pessoa, hoje olhando pra mim de frente ao espelho não vejo mais que uma menina triste e sem coração.Sim meu coração foi tirado de mim no momento em que vi os corpos esquartejados dos meus irmãos dentro daquela caixa. COM A MENSAGEM QUE DIZIA ASSIM:
Ler maisZoya Narrando ——————— Três meses passaram como um foguete, em nossas vidas. E hoje, é a comemoração do dia mais importante dela, o aniversário de Zyan e Malia. Eles estão completando um aninho e para que a comemoração seja ainda mais especial, a família inteira estará reunida. Os dois já se aventuraram sozinhos em seus passos, e é lindo de vê-los descobrindo o mundo. Ainda que apenas um ano tenha se passado, e que eles ainda estejam pequenos e muito a ser descoberto, a personalidade de cada um já pode ser vista. Malia é explosão. Por onde passa, como um furacão, ela deixa seus rastros. É ciumenta. A braveza em pessoa. E tem uma inteligência a nível extremo. Decidida, quando quer algo, tem que ser do seu jeito. Dramática e meiga em uma proporção e tempos que chega a ser impossível. E, se tudo isso não fosse o suficiente, ela ainda consegue ter os olhares mais debochados. E, Zyan, é calmaria. Ele tem seu ciúme, mas isso é dedicado a poucas pessoas. Para ele, as coi
Zoya Narrando Observo meu reflexo no espelho, enquanto deixo os dedos passarem levemente sobre minha pele. Estou usando um pijama sexy, com uma cinta liga e depois de ter absoluta certeza de que estou gostosa, jogo um roby por cima. Antes que Nikolai chegue ao quarto, deixo o nosso lugar e caminho até o lado Oeste. Entro em passos lentos pelo quarto e sigo novamente até o espelho, retirando o roby que coloquei em meu corpo a poucos minutos. Enquanto a peça desliza por meu corpo e meus olhos observam o reflexo, vejo a porta se abrir e Nikolai se recosta ali, no batente da porta, me encarando. Sem desviar os olhos dos seus, deixo a peça seguir seu caminho em direção ao chão. Quando a peça cobre meus pés, Nikolai se aproxima lentamente.— Você está uma gostosa, sabia? — Sua voz esta rouca, enquanto seus olhos me devoram, como um leão faminto. Um gemido escapa de meus lábios, quando sinto um tapa estalado atigir minha bunda. — Hum... — Acabo empinando um pouco o corpo, de
Zoya Narrando Foram mais de uma hora dentro do avião e depois, mais trintas minutos de carro, para chegar em casa. Mas, finalmente chegamos e convenhamos que, não há nada melhor do que a nossa casa. Nunca imaginei que iria sentir tanta falta desse lugar. O lugar pelo qual eu sentia ódio apenas em me imaginar vindo para cá. Assim que passamos pela porta, Halina já veio correndo para nos encontrar. — Finalmente vocês chegaram! — Ela fala, já babando pelos netos.Liev também estava ali. Mas, em momento algum se aproximou de nós. Isso me quebrou um pouco, não posso negar. Sei que ele está chateado. Afinal, eu fui embora e não pensei em ninguém. Nem mesmo nele.Deixo as crianças com a avó e me aproximo com calma, ficando na sua altura. — Oi, amor da mamãe. – Passo os dedos por seu pelo — Me perdoa, por ter ficado tanto tempo longe, de você? — Ele me observa, como se estivesse prestando atenção em tudo que falo. — Você lembra quando a mamãe te contou, que dentro da minha bar
Leonid Narrando Finalmente chegou o momento que eu tanto esperei. O dia de matar o filha da puta que quase destruiu minha família. Ver a Zoya implorando para falar com ele me deixou com muita raiva. Como aceitar que ela ainda tem algo para falar com o homem que, a torturou e feriu por anos? Eu não consigo entender e o pior de tudo, ela nos tirou da sala. Chega a ser inacreditável. Vejo ela saindo da sala e ouço a última fala de Pasquale para ela. E isso, é o que me faz sentir ainda mais ódio por toda a cena. Vou até Pasquale sem me controlar e soco sua cara até Nikolai me parar. — Calma, porra! Assim você o matara e não é isso que queremos. Ele ainda tem que sofrer muito, antes de morrer. — Eu estou com tanto ódio, que é difícil me conter. Pasquale olha para mim e começa a gargalhar, como um psicopata. — E qual a razão de todo esse ódio? — Pergunta rindo. — Já sei, é porque minha coelhinha quis se despedir de mim, não é? — Tenho vontade de arrancar seus dentes, vendo










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