Siena Dal
Depois do beijo, depois das lágrimas, nós nos sentamos. Wei ainda segurava minha mão sobre a mesa, como se tivesse medo de que eu pudesse desaparecer se ele a soltasse. O café ao nosso redor continuava seu ritmo matinal, mas para nós, o mundo havia se reconfigurado.
—Um bebê—, ele disse novamente, a palavra ainda cheia de admiração. Ele olhou para a minha barriga. —Você está bem? A viagem... Kenji disse que você não estava bem.
—Foram apenas as náuseas. E o medo—, admiti. —Mas estou b