As palavras podiam ser rudes, mas não deixavam de ser verdadeiras.
Laura tremia da cabeça aos pés, tomada por uma raiva quase incontrolável. Se pudesse, estrangularia Juliana ali mesmo, com as próprias mãos.
— Juliana, para de falar merda! — Cuspiu, com os olhos flamejando. — Você se acha melhor que os outros? Terminou com o namorado de sete anos e, no dia seguinte, já estava dando em cima do tio do Gustavo! Que vergonha. Eu sinto vergonha por você!
Foi como se tudo o que estava entalado na garg