O bar estava mergulhado em luzes vibrantes e clima decadente, como um refúgio para quem queria esquecer o mundo lá fora.
O som do DJ era ensurdecedor, fazendo o chão vibrar sob os pés. Juliana e Priscila entraram uma atrás da outra, e o ambiente escuro deixava todos os sentidos à flor da pele.
Segundo as informações do detetive particular, Renato e Laura estavam em uma sala VIP no segundo andar.
Elas subiram encostadas na parede. Priscila ia à frente, com o coração disparado no peito.
Quando chegaram diante da porta, toda a calma que Priscila aparentava até então desapareceu como fumaça.
Ela estendeu a mão… E a recolheu de novo.
Estava prestes a dizer algo quando Juliana, que vinha logo atrás, agarrou sua mão com firmeza e a empurrou para dentro com força.
“Meu Deus! Primeira vez na vida entrando num banheiro masculino… E numa situação dessas!”
A porta se abriu.
Lá dentro, um grupo de pessoas estava sentado, e todos se viraram ao mesmo tempo na direção delas.
Alguém mais esquentado sol