A voz grave e suave do homem ecoava pela sala.
A luz alaranjada banhava seu rosto bonito, os cílios longos projetavam sombras sob os olhos, e a pele pálida e fria fazia-o parecer um cavaleiro vampiro saído direto de um mangá.
Juliana segurava o copo com as duas mãos, e suas palmas começaram a suar de nervoso.
— Sim. —Respondeu, num sussurro quase inaudível.
De repente, o ar entre eles ficou carregado de uma tensão doce e sutil, envolta em uma atmosfera ambígua.
Mas, justo quando a temperatura co