Fábio levantou as mãos, com a expressão mais inocente possível, e sussurrou com os lábios:
— Não fui eu.
Ele nem tinha se mexido.
— Quem... Quem tá aí?! — Gritou uma voz hostil, cheia de ameaça. — Sua pirralha! Quero ver até quando vai conseguir se esconder! Aqui, pode gritar à vontade que ninguém vai vir te salvar!
Juliana afastou lentamente os olhos da fresta, o coração batendo forte.
Apertou com mais força a barra de ferro em sua mão.
Fábio fez o mesmo.
Ambos prenderam a respiração.
Os feixes