Enquanto isso...
No quarto de Bruno.
Depois de terminar os exames, Paulo dispensou os demais e puxou uma cadeira, sentando-se ao lado do leito com um suspiro cansado.
— Bruno, dessa vez, faz o favor de não sair correndo por aí. Fica quieto e se recupera direito. Senão, quando sua esposa fugir com outro, só vai te restar bater o pé feito criança mimada.
A ferida insistia em reabrir. Paulo precisava admitir, Bruno era, no mínimo, teimoso até o limite da loucura.
Como médico, ele sempre falava sem