O lustre pesado no hall de entrada balançava levemente com a força das batidas na porta.
Juliana foi arrancada de um sono profundo.
Irritada, sentou-se na cama, acendeu o abajur e desceu até a porta. No visor do interfone, apareceu a silhueta de um homem alto.
Ele estava encostado na porta, com o punho cerrado, batendo com força.
Juliana não conseguia enxergar o rosto dele com clareza.
Sem hesitar, pegou o telefone e ligou para a administração do prédio.
Enquanto aguardava a chegada dos seguranç