Maia levou Juliana até o bar mais renomado da Cidade A.
Era evidente que Maia era uma frequentadora assídua do local.
Assim que entraram no camarote reservado, uma fila de rapazes de estilos variados já os aguardava. Sem exceção, todos eram notavelmente atraentes.
Juliana permaneceu em silêncio.
Maia, por outro lado, demonstrou sua ousadia habitual e deu liberdade a Juliana para escolher.
— Srta. Juliana, somos almas que compartilham o mesmo destino. Não há razão para se prender a uma