O silêncio que se seguiu à revelação da Árvore do Véu era denso e carregado de peso. O campo, antes iluminado pelas estrelas que dançavam no céu invertido, parecia agora um espaço suspenso entre o tempo e o vazio. Cada um dos guardiões sentia o fardo da decisão, e suas palavras, antes confiantes, agora se tornavam fragmentos de dúvidas.
Celina foi a primeira a quebrar o silêncio, seus olhos fixos na esfera luminosa no centro da Árvore.
— Não é justo. Não deveríamos ter que escolher entre salvar