Capítulo vinte e nove

Helena

O sol da manhã entra pela janela com a delicadeza de quem sabe que interromper o sono de duas mulheres exaustas poderia ser crime federal. A claridade toca meu rosto devagar, como se pedisse permissão. Abro os olhos e demoro alguns segundos para lembrar onde estou… ou melhor, com quem estou.

O braço de Desirée repousa sobre minha cintura, pesado e quente, e seu rosto encostado na minha nuca me faz sorrir sem controle.

Um sorriso bobo. Um sorriso adolescente. Um sorriso de quem passou a n
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