O sol mal havia se posto quando Eyla, em sua forma humana, caminhava pelas pedras suaves do jardim interno da torre de vigília, sentindo o cheiro fresco das ervas noturnas que Valesa cultivava. Uma brisa suave carregava consigo o sussurro das árvores, e por um instante, ela sentiu-se em paz. Mas a tranquilidade foi quebrada quando um dos jovens sentinelas apareceu com uma expressão séria e um envelope de papel grosso em mãos.
— Minha Luna… uma carta urgente.
Ela pegou o envelope, selado com cer