O silêncio dentro da casa era denso, quebrado apenas pela respiração ritmada de Leonardo. Ele ainda estava desacordado, o peito subindo e descendo lentamente sob os cobertores que o cobriam. Eu observava cada movimento seu, cada mínima contração em sua expressão, procurando por qualquer sinal de que ele estava melhorando.
O alívio de saber que ele estava vivo ainda pesava sobre mim, mas não conseguia me livrar do medo. Leonardo não era apenas um homem comum. Ele era um líder, um alvo constante.