Aqueles que realmente desejavam partir só saíam numa manhã qualquer, vestiam um casaco, abriam a porta e nunca mais voltavam.
Tal qual uma folha seca levada pelo vento.
Não havia necessidade de despedidas; até mesmo um "adeus" seria um desperdício.
Bruno cobriu o rosto com as mãos e chorou alto.
Ele já deveria ter percebido, afinal, já pressentira o inevitável.
Desde o momento em que viu Catarina queimando todas as fotos deles.
Naquele dia, ela estava ali, sentada no quintal como sempre, mas seu