Ao lado de uma árvore de ipê amarelo no gramado oeste do Instituto de Medicina, Catarina encontrou um lugar aquecido para se sentar.
O cheiro de desinfetante do laboratório ainda pairava em suas narinas. Ela desabotoou o colarinho, respirando o ar fresco do lado de fora, e espalhou pedaços de pão integral esmigalhado para o bando de pombos cinzentos.
Já faziam três meses desde que chegara ao Instituto de Medicina.
Depois de entrar no laboratório, ela frequentemente permanecia ali o dia inteiro.