Ainda tentava controlar minha respiração, descansando a cabeça sobre a sua, que estava apertada contra minha barriga. Eu continuava sentada em seu colo e suas mãos pairavam sobre minhas costas me prendendo junto a ele.
Guilherme respirava igualmente afobado, as lufadas de ar batendo contra minha pele.
Sem que eu esperasse ele se levantou e subiu as escadas comigo em seu colo. Eu permaneci com meus olhos fechados, com a cabeça apoiada agora em seu ombro, apenas escutando ele abrir a porta do qu