— Quer alguma coisa para beber? — perguntei quando abri a porta dando passagem para ele.
Durante toda a viagem eu deixei que meus pensamentos viajassem em direção ao que aconteceria quando chegássemos aqui. Perdi a conta de quantas vezes apertei minhas pernas, uma contra a outra, na tentativa de conter o fogo entre elas.
Ele sacudiu a cabeça negando minha oferta e me olhando como um predador encara sua presa antes de dar o bote.
Guilherme semicerrou os olhos e se aproximou, com passos lentos,