Na Cidade J.
Quando Emanuel acordou, já era noite.
Um abajur iluminava o quarto, espalhando uma luz suave.
Emanuel sentia sua cabeça confusa. Ele instintivamente tentou levantar a mão para massagear as têmporas, mas percebeu que seu braço estava sendo abraçado por alguém.
Ele ficou surpreso ao baixar o olhar e ver a pequena mulher adormecida em seu braço.
Era a Inês.
Emanuel se lembrou do que havia acontecido, e apertou o braço com um arrepio na espinha.
Felizmente, ela não havia se machucado.
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