Elizabeth
Elizabeth desligou o telefone e permaneceu com o aparelho entre as mãos por alguns segundos. Um suspiro profundo escapou de seus lábios enquanto seus olhos se perdiam pela janela do pequeno apartamento.
Sentada no sofá, abraçou as próprias pernas, recolhendo-se como uma criança que tenta se proteger do frio. Sentia-se frágil, exposta, quase quebrada. As palavras de Sara ainda ecoavam em sua mente:
“Adam ainda está desconfiado.”
Elizabeth também pensava assim. Conhecia bem aquele home