— Você... você não tem nada a dizer?
Seria uma reação normal se ela o repreendesse ou lhe desse um tapa.
Mas, ao contrário, ela estava calma, falava de maneira moderada, e seu olhar era tão indiferente que era assustador.
O jeito como ela o olhava agora não era com desgosto ou decepção, mas com uma tranquilidade que não deixava ondas.
Como se ela estivesse olhando para um estranho.
— Eu tenho que ir, Sr. Silva,— ela disse suavemente.
Quando Débora apareceu em seu estúdio fazendo alarde, dizendo