Beatriz olhou para a porta do avião, que havia sido reaberta, sentindo um medo crescente.
Ela não podia descer. Era o último voo do dia e, se ficasse em Brasília, Daniel certamente a encontraria.
— Meu passaporte está em ordem, não posso simplesmente chegar lá e colaborar com vocês em uma investigação na embaixada?
— Desculpe, senhora, mas se você não desembarcar, nosso voo não poderá decolar normalmente, atrasando a viagem de outros passageiros.
Ao ouvir isso, murmúrios se espalharam ao redor.