Sua voz rouca soou, seus olhos escuros fixos nela com uma intensidade que fervilhava de desejo. Ela se perguntava se ele a consumiria ali mesmo.
Afinal, ela sabia demais, não havia mais razão para disfarces.
— Não... não vou fugir.
Ela era pragmática, mas apenas palavras. Ela ainda poderia tentar outra vez. Ela não poderia deixá-lo ir para a prisão, mas também não podia conviver sob o mesmo teto que um agressor.
Se ela tolerasse isso, ainda teria alguma dignidade ou consciência?
Ela tentou se co