A pousada é minúscula e parece saída de um filme de terror: paredes descascadas, madeira envelhecida pelo tempo e marcas umidade, entre outras que deixavam óbvio que a área não é segura, o que percebi assim que entramos naquele bairro. Dona Marta, a dona do local, surgiu como um contraponto absurdo àquele cenário. Uma senhorinha agradável, de cabelo prateado e sorriso fácil veio empolgada nos recepcionar.
— Aqui é simples, mas está tudo limpinho e é aconchegante — disse, piscando um olho enqua