Acordei com a sensação de que o universo tinha decidido me testar.
A luz do sol entrava furtiva pelas cortinas florais, iluminando o cubículo que chamavam de quarto. Lucky dormia de frente para mim, um braço jogado sobre os olhos, o outro pendurado no abismo entre nossas camas. A camiseta subiu, revelando uma faixa de pele dourada e definida que eu não deveria estar olhando.
Foco, Bianca.
Meu celular vibrava no criado-mudo. Desnorteada, peguei e verifiquei. 7h42.
— MERDA!
A primeira reunião é à