E então veio a manhã e com ela a razão.
Acordei com uma sensação de calor e segurança tão intensa que, por um breve momento, achei estar sonhando. Meus dedos se contraíram contra algo firme e quente, abri os olhos, percebendo meu rosto aninhado contra o peito nu de Lucky, minha perna entrelaçada entre as dele como se ali fosse seu lugar natural. A respiração dele, lenta e profunda, fazia meu corpo se mover em sincronia.
Oh. Céus!
Tentei me afastar com movimentos sutis, mas meu celular decidiu