Laura Martins:
— Droga — esbravejo baixinho, para que Márcia não me ouça. A tensão é palpável, e meu coração bate acelerado.
— Laura, está no banheiro? — Ela questiona, escuto seus passos se aproximando. Merda!
— Sim! — Respondo, agindo rápido. Pego o saco de lixo do cesto. Ele está vazio, mas amarro de uma forma que o ar fique preso e ele pareça estar cheio. Olho para Fernando, que apenas me observa, seu rosto ainda pálido. Sei que não é por causa da chegada de Márcia. Respiro fundo e faço sin