Narrado por Elena Volkov
Eu estava no chão frio do escritório, enrolada no que restava do roupão de seda, sentindo o gosto metálico do medo. Dante tinha me deixado ali para "refletir", mas eu sabia que, para a Camorra, uma suspeita era o mesmo que uma sentença de morte. Eu tentei acessar o computador dele, tentei procurar qualquer prova no cofre, mas não havia nada. Meu pai tinha feito um serviço limpo: eu parecia a culpada perfeita.
De repente, um barulho suave veio da janela reforçada do subs