(Alice)
Diogo parou o carro em frente a minha casa. Ele me olhou com aquele sorriso meio cansado, mas ainda assim bonito e passou a mão pela minha bochecha.
— Te vejo mais tarde — murmurou, encostando os lábios nos meus. Foi um beijo rápido, mas cheio de carinho, do jeito que só ele sabia dar.
— Até mais, bilionário — falei, tentando dar um sorriso leve, mesmo com a cabeça cheia depois de tudo que rolou com o irmão dele.
Desci do carro e acenei antes de ele sair. Respirei fundo e entrei, mas a