Diogo
Estava na cobertura, próximo a janela que tomava toda a parede, encarando o mar de luzes lá embaixo. Era uma vista bonita, mas nada nesse momento conseguiria me manter calmo. Minha mente parecia um redemoinho, tentando buscar quem era esse Enrique Bastos.
Caminhei até o bar, servi um pouco de uísque e dei um gole sem pensar. O gosto queimava a garganta, mas não adiantava nada.
Ouvi o som do elevador se abrindo e me virei. Valter entrou, com o mesmo olhar atento de sempre. Ele podia ter e