O quarto do hotel era confortável, mas impessoal. Sofisticado do jeito que eu costumo escolher, mas nada que me fizesse sentir em casa. Joguei o paletó na poltrona, afrouxei a gravata e me joguei na cama com um suspiro pesado.
O dia tinha sido produtivo, sim, mas bastou fechar os olhos por alguns segundos pra mente começar a girar de novo.
Peguei o celular no criado-mudo e abri o WhatsApp, mandando uma mensagem para Valter.
[Mensagem enviada – 18:37]
Diogo: Chegou em nova Liberdade?
Esperei