Eu não me movi de imediato.
O pedido dela ficou no ar, carregado de algo mais cru do que qualquer tentativa anterior de controle e, por um momento, eu apenas observei, avaliando o que realmente havia por trás daquele desespero repentino.
Ela não soltou meu braço.
Pelo contrário, os dedos apertaram um pouco mais, como se tivesse medo de que, no segundo em que eu me afastasse, não houvesse volta.
— Me desculpa… — começou de novo, a voz mais rápida agora, tropeçando nas próprias palavras — por