Entrei atrás dela antes que a porta se fechasse por completo.
O clique seco da madeira ecoou baixo demais para aquele espaço pequeno.
O banheiro estava vazio.
Luz amarela. Quente. Quase íntima.
Dante sempre gostou desse tipo de iluminação — nada ali era inocente por acaso.
Ela se virou no mesmo instante.
Os olhos arregalaram primeiro.
Depois as mãos.
Tremiam levemente, apoiadas na pia como se precisassem de algo sólido para não ceder.
— Ei… — falei, baixo. — Calma.
Ela respi