Encontrei Amanda no café perto da faculdade, aquele que sempre parecia meio apertado demais para tanta conversa acumulada. Ela já estava sentada quando cheguei, mexendo no celular e equilibrando um copo enorme de café como se aquilo fosse parte da personalidade dela. O cheiro de café recém-passado misturava-se com o som das xícaras batendo e conversas baixas, criando uma espécie de bolha onde eu podia respirar por alguns minutos.
— Você está com cara de quem ouviu um “não” grande hoje — disse